O mercado amadureceu. Agora a diferença está na gestão.
Faz três anos que rodamos o Censo Coworking. Quando começamos, em 2023, a pergunta era simples: quantos espaços flexíveis existem no Brasil? O mercado ainda estava se formando, e contar era o primeiro passo. A resposta cresceu edição após edição, e chegou a hora de virar a pergunta.
Nessa quarta edição, o que a gente quis entender foi outra coisa: por que uns coworkings estão rentáveis e outros estão apertados, no mesmo mercado? Passamos os últimos meses cruzando os dados que vocês nos passaram para chegar em uma resposta com números.
O que apareceu foi o menos glamoroso e o mais importante que já publicamos: a diferença entre quem vai bem e quem não, não está no tamanho da rede nem no capital investido. Está em quem mede a operação com qualidade. Quem olha ocupação, faturamento e satisfação de cliente fica do lado que ocupa mais e rentabiliza melhor. Quem opera no achismo, não.
Nessa mesma linha, um capítulo cresceu muito nessa edição: inteligência artificial. Não é modismo. Os coworkings que colocaram IA no atendimento ou nas vendas estão com resultado melhor, e os números do estudo confirmam isso com bastante consistência.
O compromisso da Woba com vocês continua o mesmo desde 2023: trazer dado sério e ferramenta que ajude. Quando não temos certeza de um número, dizemos.
Boa leitura.















